Depois de alguns perrengues relacionados a estudos eis que voltarei a atualizar este lindo blog DIARIAMENTE, estou preparando posts especiais e garanto que tudo está sendo feito com o maior carinho possível. Neste finalzinho de 2012 tenho muitas novidades e novas tags para estrear aqui no NatiVi. Aguardem!
Pra começar, trago pra vocês algumas experiências que fiz de novembro pra cá nas unhas. Elas passaram boa parte do ano de 2012 quebradas e sem esmalte (mão de pedreiro...) o que é péssimo. Mas nada que o combo esmalte translúcido + força de vontade não resolvesse. Ainda não estão do tamanho que eu gosto, mas já dá pra arriscar um pouco de nail art.
Essa foi a 1° nail art que tentei fazer depois de um tempão...tá, a foto tá horrível, mas só pra constar: usei o "hippie rua" da Impala como base, "garota da capa" da Avon pra fazer a meia-lua e um glitter prateado por cima. Não fez muito meu gosto, mas pra uma 1° vez deu pro gasto.
Sempre achei lindo unhas ombré, e acertei fazer logo na minha 1° tentativa! Usei um rosinha translúcido (sorry!, não sei o nome da cor ^^) da Impala, "rosa chiclete" da Dote e uma camada de top coat pra finalizar.
Tava louca pra encontrar esse "brilho da sereia" da Impala e finalmente achei na Comepi do Manaus Plaza Shopping. Combinei com "meu estilo" (da Impala também) e ficou lindão. Durou muitos dias na minha unha, e não caiu nem um brilhozinho sequer. Tive que usar um mundo de removedor pra tirar.
Esse é um cor-de-vinho que estava perdido na minha caixa de esmaltes, sem rótulo. A única coisa que posso dizer desse esmalte é que é da Cor&Tom.
Esse azul clarinho é da linha "cores do mar" da Impala, o mesmo do "brilho da sereia". A cor se chama "concha". Usei um marcador de texto azul pra fazer o ombré (tosco, eu sei) e uma camada de top coat. Muito singelo, não?
Aproveito para agradecer a todos que apoiaram o retorno do NatiVi e pra quem está conhecendo agora, aproveite pra dar uma olhadinha nos posts anteriores, vale a pena!
Faz semanas que fiz esse "lanchinho" no Habib's. Por algum motivo neste dia eu estava faminta e percorri uma longa distância só pra tomar um milkshake de chocolate e devorar umas esfihas. Costumo dizer que comer no Habib's (principalmente no do Amazonas Shopping) é uma questão de sorte. E é por essa sorte que eu conheço tanta gente que "ama" e "odeia" a rede de fast food árabe. Já tive motivos para alimentar os dois sentimentos pelo restaurante. Mas como a esperança é a ultima que morre, fui nesse dia crente que ia encontrar esfihas fresquinhas e sem gosto de acetona (acho que quando a esfiha fica meio "velha" começa a ter gosto de acetona, o cheiro, sei lá) e tomar um maravilhoso milkshake. Vamos ao ocorrido de fato:
Pedi duas esfihas de carne, duas de queijo e duas de espinafre (eu e meu olho grande!), e aconteceu o que eu temia: a esfiha de carne estava com o terrível gosto de acetona! Sei lá que tempero é esse que colocam naquele vestígio de carne com tomate e cebola que deixa um gosto meio tóxico na boca. Só comi metade de uma. A de queijo estava ok, embora tivesse mais borda que recheio. A de espinafre eu diria que já foi muito melhor. Lembro-me que quando ela surgiu, no tempo do Kit Habibs do Popeye ela era cremosa, com bastante cremily e o espinafre era bem úmido e saboroso. Agora ela parece uma pizza brotinho sabor capim murcho. Mas com a fome que eu tava comeria até o charuto de repolho (argh). Nota: 5,5.
Pra completar a gordice salgada, pedi dois bolinhos de bacalhau que nem consegui saborear direito. Estavam muito oleosos e enjoativos. Meu estômago reclamou muito na semana seguinte. Nota: 4,0.
O que salvou a refeição foi o delicioso milkshake de chocolate. Nesse quesito, o Habib's nunca me decepcionou. Os sorvetes, milkshakes, sundaes e petit gateaus que comi por lá sempre vieram perfeitos. Gosto muito do sorvete e milkshake de chocolate que tem por lá porque tem um gostinho de cacau em pó, muito bom. Nota: 9,0.
Aqui em Manaus é muito fácil encontrar um Habib's: Amazonas Shopping, Bola do Eldorado, Manauara Shopping, Cidade Nova, Cachoeirinha e São José.
Não é segredo pra ninguém que a minha musa inspiradora chama-se Audrey Hepburn, um ser incrivelmente belo, delicado e chique que nos brindou com sua aparição no cinema a partir dos anos 50. E o título do maior clássico desta atriz extraordinária é praticamente uma alcunha: Bonequinha de Luxo (1961).
Vestida no inesquecível cocktail dress preto de Hubert de Givenchy e coberta de pérolas, Holly Golightly (Hepburn) desce de um táxi às 05:00h da manhã em plena 5° avenida e toma um café olhando para a vitrine da sofisticada joalheria Tiffany's, embalada pela linda canção Moon River, de Henry Mancini, vencedor do Oscar naquele ano. Essa imagem é umas das mais determinantes no comportamento a na moda feminina do século XX, pois estabeleceu um ideal de elegância baseada na simplicidade, na espontaneidade e na classe.
Holly é uma garota de programa que mora de aluguel em Nova York e sonha em se casar com um milionário para poder sustentar seu irmão caçula Fred (que não aparece no filme), que está no exército. Seu novo vizinho é escritor Paul Varjak (o lindo George Peppard, no auge), que é sustentado por uma milionária casada, Tooley (a "coroa" Patricia Neal). Logo Holly e Paul viram melhores amigos, e o escritor fica cada vez mais fascinado pelo jeito espevitado e ambicioso de Holly.
George Peppard como Paul Varjak
A ricaça Tooley de Patricia Neal
O trio reunido
O que Paul não sabia é que Holly já havia sido casada, e de uma hora para outra seu marido, o veterinário dr. Golightly (Buddy Ebsen), reapareceu disposto a levar Holly, cujo nome verdadeiro é Lula Mae, para sua fazenda no interior. Holly recusa-se a voltar e pede que Paul a ajude a explicar a seu ex-marido que ela não é mais Lula Mae. Holly fica tão triste ao despedir-se do dr. que acaba tomando um porre e confessa a Paul que está disposta a casar-se com Rusty Trowler (Stanley Adams), "o 8° homem mais rico da América com menos de 30 anos" e os dois acabam brigando.
Paul carregando a Holly bêbada
Dias depois, Paul recebe U$ 50 por um conto escrito para um jornal e decide fazer as pazes com Holly, convidando-a a tomar um drinque. Os dois decidem passar o dia inteiro fazendo coisas que nunca fizeram antes na vida. Primeiro vão até a Tiffany's, onde Paul manda gravar um anel que ganhou de brinde em uma caixa de biscoitos para dar de presente a Holly, depois os dois vão até a biblioteca pública para ler o livro de Paul "Nove Vidas" e por fim vão a uma loja tentar fazer um pequeno furto. Ao fugir da loja, acaba pintando um clima e os dois finalmente se beijam.
O 1° beijo de Paul e Holly
Apaixonado por Holly, Paul decide pôr fim na sua relação com Tooley. Depois disso, ele procura por Holly em todo lugar, sem sucesso, até que a encontra na biblioteca pública lendo sobre a América do Sul e descobre que agora ela decidiu se casar com o milionário brasileiro José da Silva Pereira (o bonitão José Luis de Villallonga). Os dois brigam e se distanciam novamente. Nesse período, Holly descobre que seu irmão Fred morreu em um acidente.
Holly e o "brasileiro" José da Silva Pereira
Prestes a mudar-se para o Brasil para casar com José, Holly manda um recado para Paul e pede que ele vá visitá-la. Ao chegar, Paul encontra Holly tricotando e estudando português (ela até arranha uma frase, "eu acho que você está gostando do açougueiro"). Eles saem para jantar e olhar a cidade juntos pela última vez e quando voltam para o apartamento de Holly são surpreendidos pela polícia que leva Holly presa por envolvimento com a máfia (ela costumava visitar na prisão um velhinho chamado Sally Tomato, que era mafioso). A foto de Holly sai em todos os jornais.
O "último" passeio de Paul e Holly
Depois de passar a noite na prisão e ter a acusação retirada, Holly entra em um táxi com Paul, que pegou seus pertences, incluindo seu gato de estimação ( que se chamava "Gato") no apartamento e também um recado de José. Neste recado, José dizia que não queria mais casar com Holly por ela ter se envolvido em um escândalo público. Paul decide levá-la para um hotel, mas ela ainda quer viajar para o Brasil, mesmo sem o ex-noivo. Os dois acabam brigando novamente e Holly decide abandonar seu gato na rua para provar que ninguém pertence a ninguém. Paul a deixa sozinha, ela pensa melhor e se arrepende do que fez, decide ir atrás de Paul e do gato. Debaixo de uma chuva torrencial, ela procura desesperadamente pelo bichano e quando o encontra, corre para os braços de Paul e os dois se beijam apaixonadamente. Fim.
Paul, Holly, Gato, trench coats, o beijo e muita água
É difícil de explicar porque Bonequinha de Luxo é um filme tão apaixonante, afinal, é a história de uma prostituta oportunista e um escritor sem inspiração. Mas as cenas, as falas, os olhares tudo foi tão bem filmado que é impossível não se deliciar com essa comédia romântica quase novelesca. A elegância de Audrey Hepburn e o charme de George Peppard, dono de olhos azuis incríveis, tornam este filme um espetáculo visual fascinante.
Curiosidade: o escritor Truman Capote, autor da história original, queria Marilyn Monroe para fazer a Holly. Ela recusou por achar que interpretar uma prostituta faria mal à sua imagem. A história original, que era bem mais 18+ foi amenizada na adaptação do roteiro para combinar com a doçura de Audrey Hepburn e não chocar a sociedade conservadora da época.
Êeeeh, nosso 1° post sobre o que há de melhor no mundo: comida.
Fazia alguns dias que eu e Natasha não nos víamos pessoalmente, então resolvemos almoçar juntas e depois fazer umas comprinhas. O local escolhido para nossa 1° aventura gastronômica documentada foi o tradicional Ristorante Fiorentina, localizado ao lado da praça Heliodoro Balbi, Centro de Manaus.
Eu já tinha ido lá algumas vezes e digamos que sempre gostei do que comi por lá. Desde a pizza até o rondele, passando pelas lasanhas, acho que já experimentei de tudo no cardápio deles (sou fã de comida italiana). O ambiente é bem arrumadinho, uma típica cantina italiana com toalha de mesa xadrez e tudo, climatizado, confortável e pequenininho (tenho fobia em restaurantes muito grandes, hehe). O único defeito é ser um pouco barulhento, por estar localizado em uma área bem movimentada.
Vamos às gordices:
O suco de laranja deles é gostosinho, mas não veio muito gelado e também achei um pouco ralo. Nota: 6,5.
Como prato principal pedimos uma lasanha de frango. Eu sempre tenho receio de pedir lasanha de frango por aí porque geralmente o recheio é muito enjoativo, com excesso de molho branco e muito tempero no frango. Mas essa lasanha superou minha expectativa. Tinha queijo e molho vermelho na medida certa e o melhor de tudo é que o recheio estava muito suave, cremoso e sem aquele cheiro enjoativo de frango cozido (aquele "pitiú" de frango, sabe?). Não fiquei enjoada, a porção serve duas pessoas tranquilamente (a Natasha nem comeu o pedaço dela todo) e custa R$ 24,00 o que é razoável. Nota: 8,0.
Quem me conhece sabe que eu vou a qualquer lugar pra provar um Petit Gateau. Na minha opinião, esta maravilhosa combinação de sorvete com um bolinho quente de chocolate é a maior invenção culinária desde o pão. Ainda não havia provado o do Fiorentina, e foi uma experiência boa. A porção é generosa, vem com 2 bolas de sorvete (quando a maioria dos restaurantes só serve 1) e o bolinho é bem grande, apesar deste vir com pouco recheio e excesso de açúcar em cima. O que salvou a pátria foi a calda de chocolate avulsa que estava quentinha e muito bem feita. Mas ainda está longe do melhor Petit Gateau que já provei. Nota: 7,5.
Pra quem está no Centro de Manaus e quer fugir daqueles restaurantes "excessivamente populares" que tem por lá, o Ristorante Fiorentina é uma boa pedida, principalmente se você for rachar o prato com alguém, pra não pesar no bolso. Passou no teste Natasha & Vivian de qualidade (Y). Recomendamos.
O Ristorante Fiorentina fica na Praça Heliodoro Balbi, s/nº, Centro
Não é segredo que eu sou rockeira de carteirinha e uma cinéfila inveterada. Junta as duas coisas e chegamos a algo próximo do paraíso na Terra. Um dos meus passatempos favoritos é ler a biografia de rockstars e depois ver as cinebiografias dos mesmos para comparar. Muitas vezes os filmes ou exageram ou amenizam algum aspecto da vida deles para deixar tudo mais dramático ou mais aprazível do que foi de fato. As vezes o ator/atriz escolhido para interpretar um determinado astro não parece nada fisicamente com ele, as vezes o ator está tão bem caracterizado e incorporado ao personagem que é difícil saber quem é quem (vide Jim Morrison e Val Kilmer).
Vamos à nossa listinha:
1 - Johnny & June (Walk the Line) - 2005
Conta a história da vida do grande cantor folk Johnny Cash, um dos inventores do Rock and Roll. Na trama Johnny foi interpretado pelo ator Joaquim Phoenix e o amor de sua vida, June, pela vencedora do Oscar Reese Witherspoon.
Johnny e June originais
Johnny e June covers
2 - The Doors - 1991
É a história da lendária banda dos anos 60/70 levada ao cinema por ninguém menos que Oliver Stone. A trama obviamente gira em torno de um mito chamado Jim Morrison. Vários atores estiveram cotados para interpretá-lo (entre eles, John Travolta e Tom Cruise), mas é impossível imaginar este filme sem a interpretação obcecada de Val Kilmer (que ficou tão maluco com o papel que passou a achar que "era" Jim Morrison por um tempinho).
Jim Morrison original
O Morrison de Val Kilmer
3 - O garoto de Liverpool (Nowhere Boy) - 2009
Conta a história da juventude de John Lennon, desde a época em que estudava na Quarry Bank School até embarcar para Hamburgo na primeira turnê com os então desconhecidos Beatles. O foco da história está na relação problemática de John com sua mãe Julia e sua tia Mimi, além do início da amizade com Paul MacCartney. John é muito bem interpretado pelo fofíssimo Aaron Johnson, Paul pelo novinho Thomas Brodie Sangster e o ainda criança George Harrison por Sam Bell
O jovem Lennon
o cover Aaron Johnson
Paul McCartney menino
o cover (parecido somente pela brancura) Thomas Sangster
George Harrison novinho
O nada parecido Sam Bell
4 - La Bamba - 1987
Um dos filmes que fala do "dia em que o rock morreu" - quando aconteceu o trágico acidente de avião em que morreram nada menos que Buddy Holly, The Big Bopper e o protagonista deste filme, o jovem Richie Valens, sucesso com os hits "Donna" e "La Bamba", que partiu com apenas 17 anos. Richie foi interpretado por Lou Diamond Phillips.
O Richie original
Lou Diamond como Richie
5 - The Runaways: Garotas do Rock - 2010 Conta a história de uma das primeiras bandas de rock formada só por mulheres. O centro da trama é a relação da vocalista Cherie Currie interpretada por uma convincente Dakota Fanning com sua parceira de banda Joan Jett, uma esforçada porém ainda insípida Kristen Stewart.
A Cherie original
A Cherie de Dakota Fanning
A verdadeira Joan Jett
A desapimentada Joan de Kristen Stewart
Por hoje é isso, claro que ainda tem uns trocentos filmes do gênero pra gente comparar, mas vamos fazer isso por partes, combinado?
Sempre amei perfumes. Costumo dizer que diferentes fases da minha vida foram pontuadas pelos perfumes que usei. Quando eu era criança não tinha muita escolha, usava aquilo que a mamãe comprava, e como ela era uma boa vendedora de Avonusei aquele singelo e cheirosinho perfuminho "Petit" por anos. O cheirinho dele é inconfundível e tem tudo haver com adolescência, além dele ser prático para carregar na bolsa, pois o frasco é bem pequenininho. A Avon só peca por seus perfumes não durarem muito, mas o custo-benefício é interessante.
Petit
Depois que eu já estava crescidinha, comecei a usar perfumes mais femininos e sexys, como o saudoso "Sabine" da Natura, e o Love Generation Sexy de Jeanne Arthes, que é uma fofura.
Love Generation Sexy
Quando comecei a me antenar mais no mundo da moda, me apaixonei pelos perfumes Dior. São todos de uma delicadeza e feminilidade inesquecíveis. Sem falar dos frascos que são lindos de morrer. São um pouquinho caros, é verdade, mas o investimento vale os elogios que recebo sempre que uso. O meu favorito sem dúvida é o Miss Dior Chérie, que usei por muito tempo. A fragrância é incrivelmente sexy sem ser nem um pouquinho enjoativa. É extremamente fresco, aberto e jovem. Usei também o Miss Dior Chérie L'eau que tem uma fragrância mais verde e dá sensação de banho tomado. Amo os dois igual, e eles têm lugar cativo na minha penteadeira.
Miss Dior Chérie
Miss Dior Chérie L'Eau
Além desses dois maravilhosos, atualmente estou usando também o Versace Bright Crystal para o dia e o Rue Pergolese Gold para a noite. O Versace é bem suave, fresquinho e levemente doce, enquanto o Rue é mais fechado, quase oriental (lembra o Chanel n° 5). Acho que já ficou claro que eu a-do-ro frascos de perfume bonitos, e nesse quesito, o Versace Bright Crystal é uma obra de arte.
Versace Bright Crystal
Rue Pergolese Gold
Além desses que escolhi para serem meus companheiros de dia-dia, tem outros que gosto muito, recomendo e pretendo usar nas próximas fases da minha vida. Vamos conferir:
Lily Essence, O Boticário.
De todos os maravilindos perfumes de O Boticário, este é sem dúvida o mais classudo. Tem coisa mais phyna que borrifar perfume com essa válvula? Além do cheirinho ser a coisa mais delicada e de bom gosto deste planeta. Recomendadíssimo.
Lily Essence
J'adore, Dior
Não bastassetera Charlize Theron como garota propaganda, esse perfume é tudo de bom. Coisa de ryca mesmo. Muito sexy, fresco, luminoso e com esse frasco digno da Rainha de Sabá. Chiquérrimo.
J'adore
Ricci Ricci, Nina Ricci
Esse perfume é muito sofisticado. É ideal para noite, pois seu aroma é um pouco fechado e oriental. É a cara de garotas chiques, ousadas, que gostam de chamar a atenção. E tem coisa mais linda que este frasco?
Ricci Ricci
CK One, Calvin Klein
Mais anos 90, impossível. Este é para quem gosta de um perfume bem fresquinho mesmo, pra dar aquela sensação de limpeza. Ele é unissex, uma ótima pedida pra dividir com o namorado ou maridão. E é ideal para quem não curte muito perfumes doces. Modernidade total.
CK one
Chanel n°5, Chanel
Este é o clássico dos clássicos da perfumaria mundial. No mercado há quase 1 século, era o perfume favorito de Marilyn Monroe. Seu aroma é muito marcante, com cheiro de rosas e especiarias, portanto é ideal para noite e deve ser usando em pequena quantidade. O Chanel n° 5 tem a magia de tornar qualquer mulher poderosa e sexy. Como não amar?